AAA Authentication, Authorization, Accounting #
Tripé clássico de controle de acesso: quem é (autenticação), o que pode (autorização) e o que fez (auditoria/contabilização).
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Tripé clássico de controle de acesso: quem é (autenticação), o que pode (autorização) e o que fez (auditoria/contabilização).
Lista de regras que define quais sujeitos podem acessar quais recursos e com que permissões. Base de firewalls, filesystems e roteadores.
Serviço de diretório da Microsoft que centraliza autenticação, autorização e políticas em ambientes Windows corporativos. Alvo prioritário em ataques de movimentação lateral.
Ler artigoAdversário sofisticado, persistente e bem-financiado — tipicamente patrocinado por Estado ou crime organizado — que opera por longos períodos sem ser detectado.
Ler artigoDescoberta contínua e priorização de ativos externos expostos (domínios, IPs, APIs, certificados, serviços expostos), incluindo Shadow IT.
Ler artigoProcesso de verificar a identidade alegada por um usuário, dispositivo ou serviço — por algo que sabe, tem ou é.
Conjunto de práticas de cópia, isolamento (air gap, immutability) e recuperação de dados — essencial contra ransomware moderno.
Ler artigoFerramentas que simulam, de forma controlada e contínua, técnicas e procedimentos reais de adversários para validar a eficácia dos controles defensivos.
Configuração mínima de segurança aceitável (baseline) e o processo de removê-la de configurações inseguras padrão (hardening).
Ler artigoGolpe corporativo que sequestra ou personifica e-mails de executivos/fornecedores para induzir transferências ou desvio de pagamentos.
Equipe defensiva responsável por detectar, conter e responder a ataques — opera SOC, threat hunting, IR e engenharia de detecção.
Ler artigoPrograma que recompensa pesquisadores externos por reportarem vulnerabilidades reais nos sistemas da organização, sob escopo e regras definidas.
Ler artigoCanal e infraestrutura que um atacante usa para enviar comandos e exfiltrar dados de hosts comprometidos. Frequentemente disfarçado em HTTPS, DNS ou serviços legítimos.
Ler artigoCamada entre usuários e serviços SaaS que aplica políticas de visibilidade, conformidade, DLP e proteção contra ameaças.
Executivo responsável pela estratégia, governança e operações de Segurança da Informação na organização.
Ler artigoPosture Management para Cloud (CSPM), Dados (DSPM) e SaaS (SSPM) — descobrem desvios de configuração, exposições e violações de conformidade contínuas.
Ler artigoRegulamento europeu que impõe requisitos de cibersegurança a produtos com elementos digitais (hardware e software) colocados no mercado da UE — inclui SBOM obrigatório, suporte a updates por 5 anos e notificação de incidentes.
Ler artigoColeta, análise e disseminação de informações acionáveis sobre adversários, suas TTPs e indicadores — em níveis estratégico, operacional e tático.
Ler artigoPrograma cíclico que descobre, prioriza, valida e mobiliza correções de exposições com base em risco real, não em volume de CVEs.
Ler artigoIdentificador padronizado para vulnerabilidades publicamente conhecidas. Exemplo: CVE-2024-12345.
Padrão para pontuar a severidade técnica de uma vulnerabilidade (0-10). Não é, sozinho, medida de prioridade — deve ser combinado com EPSS e contexto.
Calcular CVSSTradução do risco cibernético em termos financeiros (perda esperada anual, FAIR). Permite priorizar investimentos e comunicar com Conselho/CFO.
Ler artigoConjunto de técnicas matemáticas para garantir confidencialidade, integridade, autenticidade e não-repúdio de informações.
Unidade — interna ou terceirizada — responsável por monitoração, detecção, resposta e melhoria contínua da postura defensiva.
Ler artigoAnálise dinâmica de segurança de aplicações em execução, simulando ataques HTTP. Complementar ao SAST (estático).
Princípio que aplica múltiplas camadas de controles independentes — se uma falha, as outras seguem protegendo.
Disciplina de criar, testar, versionar e operar regras de detecção (Sigma, YARA, KQL, SPL) como código.
Ler artigoIntegração de segurança em cada etapa do ciclo DevOps — “shift-left” com SAST, SCA, IaC scanning e gates automáticos.
Ler artigoControles que detectam e bloqueiam vazamento de dados sensíveis em endpoints, rede e nuvem com base em rótulos, padrões e contexto.
Ler artigoRegulamento europeu de resiliência operacional para o setor financeiro — exige gestão de risco TIC, testes de resiliência (incluindo TLPT), notificação de incidentes em janelas curtas e governança de prestadores TIC críticos.
Ler artigoPadrões DNS para autenticação de e-mail, evitando spoofing e melhorando entregabilidade. Fundamentais contra phishing e BEC.
Ler artigoAtaque que satura recursos do alvo com tráfego oriundo de múltiplas fontes coordenadas — pode ser volumétrico, de protocolo ou de aplicação.
Tempo entre o início do comprometimento e a detecção. Reduzi-lo é objetivo central de qualquer SOC moderno.
Ler artigoPlataforma que coleta telemetria do endpoint, detecta comportamentos suspeitos e habilita resposta (isolamento, kill process, rollback).
Tecnologia do kernel Linux que permite executar programas sandboxed no kernel sem mudar código nem carregar módulos. Base de ferramentas modernas de observabilidade e segurança (Falco, Cilium Tetragon, Tracee, Pixie).
Ler artigoManipulação psicológica do alvo para induzir ações (clicar, transferir, abrir porta) — phishing, vishing, pretexting, baiting.
Ler artigoCamada preventiva no endpoint (antimalware, controle de aplicações, dispositivo, firewall local). Costuma vir acoplado ao EDR.
Modelo probabilístico que estima a chance de uma CVE ser explorada nos próximos 30 dias. Pareado ao CVSS, melhora a priorização.
Modelo quantitativo padrão para estimar perda esperada — frequência de eventos × magnitude. Base para CRQ.
Padrão aberto de autenticação forte sem senha, usando chaves criptográficas no dispositivo (passkeys).
Ler artigoControle de tráfego que aplica políticas entre redes ou hosts. Evoluiu de filtros L3/L4 para NGFW com inspeção de aplicação e identidade.
Ler artigoAquisição, preservação, análise e apresentação de evidências digitais, mantendo cadeia de custódia.
Ler artigoAutoridade certificadora do projeto Sigstore que emite certificados X.509 efêmeros (~10 min) a partir de prova de identidade OIDC. Elimina a gestão manual de chaves no fluxo de assinatura keyless de artefatos de software.
Ler artigoEstruturas como NIST CSF, ISO 27001, CIS Controls, COBIT — orientam governança, controles e maturidade.
Ler artigoRegulamento Europeu de proteção de dados pessoais (2018) — referência da LGPD brasileira.
LGPD vs GDPREstrutura de papéis, processos e decisões que alinham segurança aos objetivos de negócio e ao apetite a risco.
Disciplina integrada que une governança, gestão de riscos e conformidade regulatória num único modelo operacional.
Aplicação sistemática de boas práticas (CIS Benchmarks, STIG) para reduzir superfície de ataque de sistemas e configurações.
Função de mão única que mapeia dados de tamanho arbitrário em valor fixo. Base de integridade e armazenamento de senhas (com salt + KDF).
CalculadoraDispositivo dedicado para gerar, armazenar e operar chaves criptográficas com proteção física e lógica.
Disciplina que gerencia o ciclo de vida das identidades digitais e seus acessos — provisionamento, autenticação, autorização e revisão.
Sistemas de controle industrial e tecnologia operacional — energia, água, manufatura. Possuem requisitos específicos (disponibilidade > confidencialidade).
Ler artigoIntrusion Detection / Prevention System — monitoram (IDS) ou bloqueiam (IPS) tráfego malicioso por assinaturas, heurística ou comportamento.
Framework aberto para attestations sobre a cadeia de produção de software. Define um formato JSON (predicate + subject) que descreve passos do pipeline; é o envelope usado pelo SLSA Provenance para registrar quem construiu o quê.
Ler artigoArtefatos observáveis associados a um ataque — hashes, IPs, domínios, mutexes, regras de comportamento.
Norma internacional para Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) — risco, controles e melhoria contínua.
Ler artigoCategoria focada em detectar ataques contra a camada de identidade (Kerberoasting, Golden Ticket, OAuth abuse).
Ler artigoFormato compacto de token assinado para autenticação e troca de claims. Erros de validação comuns são fonte de bypass.
Decoder JWTProvisão de acesso privilegiado sob demanda, com tempo limitado e justificativa — pilar de Zero Standing Privilege.
Protocolo de autenticação por tickets usado no Active Directory. Alvo de ataques como Kerberoasting, AS-REP Roasting e Pass-the-Ticket.
Catálogo público da CISA com CVEs comprovadamente exploradas in-the-wild. Prioridade alta de patch.
Serviço gerenciado que cria, armazena, rotaciona e audita chaves criptográficas (ex.: AWS KMS, Azure Key Vault).
Controles específicos para K8s: RBAC, Network Policy, Pod Security Standards, admission controllers, scanning de imagem.
Ler artigoSubconjunto de CSPM focado em postura de clusters Kubernetes — desvios de configuração no control plane, RBAC excessivo, workloads privilegiados, falhas de Pod Security Standards e Network Policy.
Protocolo para consulta e modificação de serviços de diretório (AD, OpenLDAP). Sem TLS, expõe credenciais.
Princípio que concede a usuários, processos e serviços somente os privilégios estritamente necessários para sua função.
Lei brasileira (13.709/2018) que regula o tratamento de dados pessoais — bases legais, direitos do titular, ANPD, sanções.
Ler artigo“Living Off the Land”: uso de binários legítimos do sistema (powershell.exe, certutil.exe) para conduzir ataques sem dropar malware.
Serviço gerenciado de detecção, triagem e resposta — combina EDR/XDR com analistas 24×7.
SOC vs MDR vs MSSPAutenticação que combina dois ou mais fatores independentes — algo que sabe, tem e é. Phishing-resistant quando baseado em FIDO2.
Ler artigoAtaque que dispara repetidos prompts de MFA até o usuário aprovar por exaustão. Mitigado por number matching e FIDO2.
Ler artigoBase de conhecimento aberta de táticas, técnicas e procedimentos (TTPs) de adversários reais — referência para detecção, threat hunting e red team.
Ler artigoProvedor gerenciado de operações de segurança — pode incluir monitoração, vulnerability management, firewall, e-mail security.
Detecção baseada em tráfego de rede (NetFlow, full PCAP, DNS) com análise comportamental — complementa EDR para tráfego leste-oeste.
Ler artigoNIST Cybersecurity Framework — funções Govern, Identify, Protect, Detect, Respond, Recover (v2.0).
Diretiva europeia que amplia obrigações de segurança e notificação para setores essenciais e importantes — afeta fornecedores globais.
Ler artigoPadrão de autorização delegada — clientes obtêm acesso a recursos sem manipular credenciais do usuário. Frequentemente usado com OpenID Connect.
Observar, Orientar, Decidir, Agir — ciclo de tomada de decisão sob pressão, útil em IR e cyber defense.
Ler artigoColeta e análise de informações em fontes públicas — DNS, redes sociais, leaks, registros, satélite. Disciplina-chave em CTI e investigação.
Fundação que mantém o Top 10 de Web/API/LLM, ASVS, MASVS e dezenas de projetos referência para AppSec.
Calc. Risco OWASPCofre e governança de credenciais privilegiadas, com rotação automática, gravação de sessão e elevação JIT.
Ler artigoAutenticação sem senha baseada em chaves criptográficas atadas ao dispositivo (FIDO2/WebAuthn). Resistente a phishing.
Ler artigoProcesso de identificar, testar, aplicar e verificar correções de software de forma priorizada (CVSS + EPSS + KEV + contexto).
Teste de intrusão autorizado que valida controles imitando comportamento adversário — escopo, regras e relatório formais.
Tipos de pentestEngenharia social via e-mail, SMS (smishing) ou voz (vishing) para roubar credenciais, instalar malware ou induzir transferências.
Ler artigoInfraestrutura de chaves públicas — autoridades certificadoras, ciclo de vida de certificados, revogação (CRL/OCSP).
Algoritmos resistentes a computadores quânticos (ex.: ML-KEM, ML-DSA, SLH-DSA). Migração já é roadmap obrigatório.
Ler artigoFamília de ataques contra LLMs em que entradas maliciosas modificam o comportamento do modelo ou de agentes que o consomem.
Ler artigoTrabalho colaborativo entre Red e Blue Team, com objetivo de melhorar a detecção a partir de TTPs reais e medidas.
Ler artigoDistribuição de chaves criptográficas usando propriedades físicas da mecânica quântica. Tecnologia experimental, complementar a PQC.
Tradução de cenários de risco em distribuições de perda — ver CRQ e FAIR.
Malware que criptografa dados (e frequentemente exfiltra) exigindo resgate. Modelo atual é “double / triple extortion”.
Ler artigoControle de acesso baseado em papéis (RBAC) ou em atributos (ABAC) — modelos para autorização escalável.
Operação adversária simulada com escopo amplo e objetivos por impacto — testa pessoas, processos e tecnologia ao longo do tempo.
Ler artigoProcesso formal: preparação, identificação, contenção, erradicação, recuperação e lições aprendidas (NIST SP 800-61).
Ler artigoLog de transparência público e append-only do Sigstore, baseado em Trillian (Google). Registra toda assinatura keyless e permite que qualquer um verifique posteriormente que uma assinatura existiu para um determinado digest em um instante confiável.
Ler artigoRecovery Time Objective (tempo aceitável até retomar serviço) e Recovery Point Objective (perda máxima aceitável de dados).
Análise estática do código-fonte para encontrar fraquezas (taint flow, secrets, more). Atua no shift-left.
Convergência de rede e segurança como serviço — SD-WAN, SWG, CASB, ZTNA, FWaaS sob política unificada.
Inventário verificável de componentes de software (formatos SPDX/CycloneDX). Base de gestão de vulnerabilidades e cadeia de suprimentos.
Ler artigoPlataforma de ingestão, correlação e análise de logs para detecção e investigação.
Ler artigoProjeto da OpenSSF que oferece infraestrutura para assinar e verificar artefatos de software sem gestão de chaves de longa duração (Cosign + Fulcio + Rekor). Padrão emergente para assinatura keyless de imagens OCI, binários e attestations.
Ler artigoFramework da OpenSSF (pronuncia-se "salsa") que define níveis incrementais de garantia sobre a cadeia de build. Build Track vai de L0 (sem proveniência) a L3 (builder isolado e proveniência não-falsificável).
Ler artigoOrquestra playbooks que automatizam triagem, enriquecimento, contenção e resposta — reduz MTTR.
Ler artigoVer CSOC.
Registro DNS que autoriza quais servidores podem enviar e-mail em nome de um domínio. Compõe DMARC.
ValidadorAutenticação centralizada que concede acesso a múltiplas aplicações com uma única sessão (SAML, OIDC).
Proteção de cada elo da cadeia de software/fornecedores — código-fonte, build, dependências, distribuição (SLSA, Sigstore).
Ler artigoPadrão de marcação para controle de compartilhamento de informação sensível — RED, AMBER, GREEN, CLEAR.
Ler artigoCaça proativa por adversários já presentes no ambiente, com hipóteses, TTPs (ATT&CK) e telemetria rica.
Ler artigoAnálise estruturada de ameaças a um sistema — STRIDE, PASTA, LINDDUN. Idealmente antes de codificar.
Programa de avaliação contínua de riscos cibernéticos de fornecedores e terceiros — onboarding, due diligence, monitoração.
Ler artigoDetecção baseada em desvios de comportamento usual de usuários e entidades — útil contra insider threats e credenciais comprometidas.
Appliance que consolida firewall, IPS, antimalware, filtragem web e VPN — comum em PMEs.
Provisão de CISO sob modelo de serviço para organizações que não justificam um cargo full-time.
Programa cíclico de descoberta, priorização (CVSS+EPSS+KEV), remediação e verificação de vulnerabilidades.
Ler artigoTúnel cifrado entre dois pontos. Em arquiteturas modernas é substituída ou complementada por ZTNA.
VPN vs ZTNACamada de proteção L7 para aplicações web — bloqueia padrões maliciosos, abusos de bot e ataques OWASP.
API W3C que viabiliza autenticação baseada em chaves públicas no navegador. Base das passkeys.
Plataforma que correlaciona telemetria de endpoint, rede, identidade, e-mail e cloud em uma única superfície de detecção e resposta.
Ler artigoInjeção de scripts no navegador da vítima via aplicação vulnerável. Variantes: reflected, stored, DOM-based.
DSL para descrever e identificar famílias de malware por padrões textuais e binários. Padrão de fato em CTI.
Vulnerabilidade sem patch disponível no momento em que é explorada — alto valor estratégico.
Modelo arquitetural que assume comprometimento, verifica explicitamente cada requisição e impõe privilégio mínimo dinâmico.
Ler artigoAcesso a aplicações com brokered identity e contexto contínuo. Substitui VPN broad-access por túneis específicos por aplicação.
Ler artigoMande sua sugestão — incluímos no glossário e, quando relevante, escrevemos um artigo dedicado.
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